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sábado, 18 de setembro de 2010

Poesia

Não de novo essa peça,

Que te importa eu ser ou não?

Quão retardado esse poeta

Quão desconhece o coração

Resume-se o todo em seu verso,

Consome da vida a emoção,

Tão vazio e tão repleto,

Que não pode ter razão,

Que não pode ter mais nada,

Alem do escape e imaginação,

A sua cena ensaiada

Seu desespero ou ilusão.

Eu não posso estar tão perto,

Ajude-me, por favor!

Como posso este verso?

Se nem sei o que é amor.

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